SOLUÇÕES DE ARMAZENAMENTO VERTICAL: MAXIMIZANDO O ESPAÇO E A EFICIÊNCIA

No mundo da logística e gestão de estoque, cada metro quadrado conta. É por isso que as soluções de armazenamento vertical se tornaram uma opção tão atraente para empresas que buscam otimizar o espaço disponível e aumentar a eficiência operacional.

O armazenamento vertical permite aproveitar ao máximo a altura de um espaço, transformando áreas previamente subutilizadas em locais de armazenamento eficientes.

Assim, é possível armazenar mais produtos em uma mesma área, reduzindo os custos de aluguel ou a necessidade de expansão física do armazém.

Na BR7, oferecemos diferentes soluções de armazenamento vertical projetadas para atender às necessidades específicas de cada cliente:

As estantes também podem incluir acessórios como gavetas e divisores para ajudar na organização dos produtos.

O entrepiso é uma estrutura tipo passarela instalada sobre as colunas das próprias estantes. Uma opção para usar o pé-direito livre e que pode contar com até quatro pavimentos.

As soluções de armazenamento vertical oferecem uma maneira eficaz de maximizar o espaço e aumentar a eficiência operacional em ambientes de armazenamento.
Na BR7, estamos comprometidos em fornecer soluções de alta qualidade que atendam às necessidades específicas de cada cliente, ajudando-os a alcançar seus objetivos de otimização de espaço e eficiência.

Saiba mais sobre nossos produtos e como podemos ajudar sua empresa a maximizar seu potencial de armazenamento vertical.

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BR7 SISTEMAS CRESCE 51% EM 2023

O ano de 2023 marcou um capítulo excepcional na história da BR7 Sistemas de Armazenagem. Registrando um faturamento recorde, experimentamos um crescimento de 51% nos últimos 12 meses.

Ao longo do ano, entregamos cerca de 200 obras de sistemas de armazenamento de estoque. Com clientes de diferentes segmentos, como autopeças, e-commerce e hospitalar, alcançamos 17 estados brasileiros.

Números que refletem um ano de muito trabalho e esforço, tanto para entregar as melhores soluções para nossos clientes, como para proporcionar um ambiente de trabalho cada vez melhor para nossos colaboradores.

Internamente, demos passos importantes nesse ano, como por exemplo a implantação do café da manhã, a celebração dos aniversariantes do mês e convênios para farmácia, exames e consultas, visando o bem-estar da nossa equipe.

Além disso, criamos oBR7 Inspira, nosso programa de desenvolvimento pessoal e profissional. Mensalmente, promovemos um encontro com um profissional especializado para tratar de diferentes assuntos. ‘O poder das atitudes’ e ‘A importância da autoconfiança na vida profissional’ foram alguns dos temas abordados em 2023.

Realizamos também diversas ações internas, como a celebração do Dia da Mulher e do Dia dos Homens; uma ação solidária de arrecadação de doces e brinquedos no Dia das Crianças, e umacaminhada no Lago de Olarias, como parte das atividades do Outubro Rosa.

Investindo no aprimorando da nossa equipe, lançamos a nossaUniversidade Corporativa. Atualmente, são quatro cursos disponíveis em ambiente virtual de aprendizagem: Técnicas em negociação; Logística; Produtos e Levantamento.

Duas ações ecológicas marcaram nosso ano. Na celebração do Dia da Árvore, mobilizamos nossos colaboradores para o plantio de centenas de mudas em nosso pátio, com espécies escolhidas pelos próprios funcionários.

Outra ação importante foi a substituição dos copos plásticos poropções biodegradáveisdurante o horário do almoço. Estimamos evitar o descarte de 2 mil copos de plástico por mês, um passo significativo rumo à redução de resíduos.

GERENCIAMENTO DE ESTOQUE – O PRIMEIRO PASSO PARA UMA EMPRESA BEM SUCEDIDA!

Estoque é muito mais que o lugar onde se guarda materiais e mercadorias. Muito além disso, o estoque é um dos pontos chave para o sucesso e o aumento dos lucros. Investir em gerenciamento de estoque é muito mais que uma necessidade, é uma obrigação para qualquer empresa que busca reconhecimento e destaque no mercado, pois, sem organização, dificilmente se chega em algum lugar.

Através de uma boa gestão de estoque, é possível perceber as necessidades materiais da empresa, planejar as compras futuras e agilizar os processos de entrada e saída. Além disso, um bom controle permite uma vantagem para negociações com fornecedores, evita desperdícios e otimiza o tempo, gerando economia e produtividade.

Existe uma diversidade de métodos que podem ser implementados para auxiliar na gestão de estoque. Falaremos um pouco sobre os principais deles abaixo:

•CURVA ABC

Este método funciona basicamente direcionando o planejamento e controle aos itens mais significativos. Eles são classificados em em A, B e C, considerando o valor financeiro de cada mercadoria. Sendo assim, temos:

Itens A: Produtos de giro razoável, porém com alta lucratividade, aqui, constam as mercadorias mais importantes e com maior valor. Por se tratar dos itens mais valiosos, é necessário controle absoluto.

Itens do tipo B: Produtos mais numerosos, são os materiais de valor médio e que não demandam controles tão rigorosos quanto os “Itens A”. É muito importante regular a quantidade desses itens em estoque para evitar acúmulos e desperdícios.

Itens do tipo C: Produtos menos importantes e menos valiosos para a empresa, sem a necessidade de muitos controles. Eles devem ser mantidos em pequenas quantidades no estoque, apenas para garantir o atendimento de eventuais demandas.

A Curva ABC é baseada no princípio de Pareto, também conhecida como lei 80/20, segundo a qual 80% dos seus resultados são provenientes de 20% dos seus esforços.

•PEPS

A sigla “Primeiros a Entrar, Primeiro a Sair”, dá nome ao método onde o objetivo é a saída das mercadorias mais antigas dando espaço às mais recentes. Com o PEPS é possível evitar a perda de produtos próximos à data de vencimento.

Considerando o aumento constante dos preços este método permite manter o estoque dentro dos valores atualizados do mercado, pois será sempre composto pelos itens de aquisição mais recentes. Atualmente este é um dos métodos de gestão de estoque mais utilizados pelas empresas.

•UEPS

Ao contrário do PEPS, aqui a sigla diz que “Último a Entrar, Primeiro a Sair”. Neste conceito os produtos vendidos primeiro são sempre os mais novos no estoque, logo, não é recomendado para empresas que trabalham com produtos perecíveis, e exigem a elaboração de métodos de controle para evitar a perda e avarias de produtos.

Este método é controverso pois, considerando que o custo da mercadoria comprada por último é maior, e os preços das mercadorias vendidas são calculados pelo valor dos produtos mais novos, o lucro contábil das empresas e os impostos que devem ser pagos são menores. Assim, as empresas acabam vendendo por valores acima dos seus gastos. Portanto, essa prática é vedada pela Receita Federal para fins cálculo do Imposto de Renda, podendo ser utilizada somente para objetivos gerenciais.

•CUSTO MÉDIO

Nesta prática a cada nova compra é realizada uma nova média de custos. Esta média é obtida através do resultado da soma dos valores dos produtos antigos com os valores dos produtos novos, dividida pela quantidade total de itens disponíveis no estoque.

Este método é uma excelente opção para empresas que não sofrem com grandes oscilações de valores de seus itens de estoque. Porém, para evitar a subvalorização, e até a supervalorização, de produtos, é necessário adotar controles mais rígidos.

•JUST IN TIME

Em tradução literal, “no momento exato”, este método foi desenvolvido especialmente para promover a redução de custos, mantendo o nível do estoque no limite da capacidade de atender as demandas da empresa.

A prática exige acompanhamento rigoroso por parte dos gestores para evitar que a empresa cometa um dos maiores erros da gestão e estoque e perca boas oportunidades de vendas por insuficiência de estoque. O sucesso desse método depende da parceria de bons fornecedores para garantir que as demandas sejam atendidas com agilidade e frequência.

Agora que conhecemos os principais métodos de gestão de estoque, ressaltamos que, para fins de cálculo de IR, apenas o Custo Médio e o PEPS são aceitos pelo Ministério da Fazenda.

BOAS PRÁTICAS QUE GARANTEM A EFICIÊNCIA DA GESTÃO DE ESTOQUE!

Independente da metodologia aplicada, o sucesso sempre vai depender do gerenciamento, para isso, vamos falar um pouco sobre as boas práticas para uma gestão eficiente:

•INVENTÁRIO

Aqui damos o primeiro, e talvez o mais importante, dos passos, o levantamento físico de todos os itens do seu estoque através de um inventário. Durante este processo, é importante já idealizar a organização a disposição dos produtos, Separando e categorizando por setores. Assim inicia-se um mapeamento importantíssimo para a movimentação de mercadorias e otimização de processos. Em caso de produtos perecíveis,aqui também é feito a apuração e organização das datas de vencimento.
A recomendação é que sejam feitos, periodicamente, levantamentos de grupos de itens, isso ajuda a manter o estoque físico em harmonia com o estoque contábil. Já o inventário geral pode ser realizado anualmente.

O levantamento de inventário pode ser feito manualmente ou através de planilhas eletrônicas, mas, é fortemente recomendado o investimento em um sistema de gerenciamento de estoque, pois assim o controle é muito mais elaborado e eficaz..

•ACOMPANHAMENTO DO GIRO DE ESTOQUE E REGISTRO DE ENTRADAS E SAÍDAS

O giro de materiais basicamente é o tempo em que cada item permanece dentro do estoque até que seja necessário sua reposição. Este acompanhamento permite a definição de itens

em alto e baixo giro. Esta prática é fundamental para determinar a periodicidade do contato com os fornecedores, evitando a falta, e o excesso, do material.

Negligenciar as informações de entrada e saída é um dos erros de gestão de estoque mais graves, pois assim, a informação da quantidade de itens disponíveis jamais será exata. A ausência deste tipo de registro dificulta a identificação da necessidade de reposição, aumentando os riscos de faltas e excessos.

•EVITE FALTAS E EXCESSOS

Todas as práticas abordadas até aqui nos trazem diretamente à esta.
A falta de acompanhamento do giro, e entradas e saídas, do estoque faz com que o setor de compras não tenha informações precisas para saber o que é necessário na hora de realizar as aquisições, levando à falhas que comprometem todas as operações e ocasionando perdas, desperdícios e uma série de outros prejuízos.

•PADRONIZAÇÃO DE CADASTRO DOS ITENS E ORGANIZAÇÃO

Para reduzir os riscos de furos, erros e duplicatas é necessário um padrão no registro dos materiais armazenados. O recomendado é a criação de um sistema com código e descrição, assim elimina-se o risco de um produto não ser encontrado e ajuda a organizar os setores.

A separação por setores é outra parte fundamental para acelerar as operações e facilitar o trabalho da equipe. A organização é fundamental para o reconhecimento do estoque e evitar perdas e extravios. seguem algumas dicas de organização:

Garanta que o estoque tenha bom espaço para locomoção de funcionários;Separe os materiais por categorias;Mantenha o ambiente limpo e arrumado;Sinalize os setores com placas e outras formas de identificação;Mantenha os espaço arejado;Previna contra insetos e outras pragas.

Ainda na organização é fundamental a definição do mínimo e máximo de cada produto para manter o melhor aproveitamento do espaço.

•ENCONTRE O SISTEMA DE ARMAZENAGEM IDEAL PARA O SEU NEGÓCIO

Nenhum método funciona caso o armazenamento não seja feito da maneira correta. Para um estoque bem organizado e funcional, é imprescindível a utilização de um sistema de armazenagem que acomode os diferentes tipos de materiais da maneira adequada.

Todos os setores da indústria possuem particularidades que demandam atenção especial para suprir todas as necessidades que envolvem quantidade, medidas, formatos e peso dos materiais, bem como o espaço físico do armazém. Encontrar a solução ideal para aproveitar da melhor maneira possível, facilitando os processos, aumentando a produtividade e gerando economia, é a especialidade da BR7 Sistemas de Armazenagem.

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NOVA INDÚSTRIA BRASIL’: ENTENDA O PLANO DE DESENVOLVIMENTO PARA O SETOR

O governo federal lançou nesta semana um programa para estimular o desenvolvimento do setor industrial. Com um calendário de metas e ações que vão até 2033, o Nova Indústria Brasil pretende impulsionar o crescimento do país por meio da promoção da inovação e da sustentabilidade em setores estratégicos para investimentos.

De acordo com oPlano de Açãopara a Neoindustrialização – como é chamado o processo de modernização e evolução da indústria -, as metas do programa são um referencial para direcionar esforços a serem realizados pelo Estado e pela sociedade em suas ações para o desenvolvimento da indústria nos próximos anos.

O governo prevê investir R$ 300 bilhões em financiamentos destinados à nova política industrial até 2026. Os investimentos serão divididos em seis segmentos que vão nortear o programa:

Meta: Aumentar a participação do setor agroindustrial no PIB agropecuário para 50% e alcançar 70% de mecanização dos estabelecimentos de agricultura familiar, com o suprimento de pelo menos 95% do mercado por máquinas e equipamentos de produção nacional, garantindo a sustentabilidade ambiental.

Meta: Produzir, no país, 70% das necessidades nacionais em medicamentos, vacinas, equipamentos e dispositivos médicos, materiais e outros insumos e tecnologias em saúde.

Meta: Reduzir o tempo de deslocamento de casa para o trabalho em 20%. Aumentar em 25 pontos percentuais o adensamento produtivo na cadeia de transporte público sustentável.

Meta: Transformar digitalmente 90% das empresas industriais brasileiras, assegurando que a participação da produção nacional triplique nos segmentos de novas tecnologias.

Meta: Promover a indústria verde, reduzindo em 30% a emissão de CO2 por valor adicionado da Indústria, ampliando em 50% a participação dos biocombustíveis na matriz energética de transportes e aumentando o uso tecnológico e sustentável da biodiversidade pela indústria em 1% ao ano

Meta: Obter autonomia na produção de 50% das tecnologias críticas para a defesa.

Para cada uma das missões, o documento apresentado pelo governo traz o cenário atual; desafios; áreas para o desenvolvimento de nichos industriais; meta aspiracional para 2033; resumo dos instrumentos por tipo e objetivos específicos da missão.

Para alcance dos objetivos, o governo pretende articular diversos instrumentos de Estado, como linhas de crédito especiais, recursos não-reembolsáveis, ações regulatórias e de propriedade intelectual e uma política de obras e compras públicas, com incentivos ao conteúdo local, para estimular o setor produtivo em favor do desenvolvimento do país.

Confira odocumentona íntegra.

Fontes:Agência BrasileAgência Gov

DIA DA ÁRVORE É MARCADO POR PLANTIO DE MUDAS NA BR7

Cerca de 70 colaboradores ‘adotaram’ voluntariamente uma árvore

Aproveitando a celebração do Dia da Árvore – em 21 de setembro, promovemos um plantio de mudas no terreno da BR7. Cerca de 70 colaboradores que se voluntariaram para ‘adotar’ uma árvore, participaram da ação.

As mudas foram escolhidas pelos próprios colaboradores que apontaram quais espécies gostariam de plantar e cultivar, já que cada um será responsável por zelar pela sua árvore.

Entre as espécies que mais foram requisitadas estavam as árvores frutíferas, como laranjeiras, macieiras e pessegueiros. Espécies não tão populares como acerola, lichia e cereja também foram plantadas.

Essa foi uma das primeiras ações de um projeto ambiental desenvolvido pela BR7. Ao longo dos próximos anos, outras iniciativas ecológicas e sustentáveis serão implementadas, visando contribuir com o meio ambiente e com a conscientização dos colaboradores sobre o tema.

Confira algumas fotos do evento: